Negócios inclusivos conhecem nova metodologia do ReDes

Depois de uma trajetória de sete anos, o Programa ReDes está fazendo ajustes em sua metodologia de implantação e desenvolvimento para possibilitar a adequação a diferentes realidades e também uma maior agilidade na tomada de decisão dos projetos apoiados. Essa nova forma de chegada a localidades, seleção de projetos e acompanhamento de negócios inclusivos começou a ser testada no início de 2017 e deve passar a ser aplicada em todo o programa a partir de 2018.

A nova metodologia do ReDes foi o tema do Grupo de Afinidades que aconteceu no dia 30 de agosto e conectou representantes de negócios inclusivos nas unidades da Votorantim Cimentos de Vidal Ramos, em Santa Catarina, e de Laranjeiras, em Sergipe, e também com a unidade da Nexa de Três Marias, em Minas Gerais. Esta foi a nona edição dos Grupos de Afinidades, que consistem em encontros virtuais entre integrantes e lideranças de negócios inclusivos de diferentes regiões do país com o objetivo de trocarem experiências e compartilharem desafios e boas práticas.

Os seis grupos produtivos que participaram – Reviravolta, cooperativa de reciclagem de Nossa Senhora do Socorro (SE), Cooperativa dos Agricultores Familiares de Três Marias e Região (Cooperafa), de Três Marias (MG), e Associação de Agroturismo Doce Acolhida, Associação de Mães Nossa Senhora de Lurdes e Associação de Apicultores de Vidal Ramos, de Vidal Ramos (SC) – são alguns dos primeiros que estão começando a aplicar elementos da nova metodologia. Por essa razão, eles puderam tirar dúvidas e trocar experiências sobre os principais pontos que estão sendo implementados.

Desta vez, a especialista convidada para esclarecer as dúvidas dos participantes foi uma profissional “da casa”: a consultora de dinamismo econômico do Instituto Votorantim, Denise Maellaro Ferreira. Ela explicou que o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) se uniu ao ReDes com objetivo específico de avaliar e propor melhorias à metodologia de implementação e acompanhamento do programa.

“Nesses primeiros anos do ReDes, fomos aprendendo na prática o que funciona e o que precisa ser aprimorado em nossa atuação em campo. Foi muito importante a chegada do BID para fazer uma avaliação e propor melhorias nesses processos”, destacou.

Entre as mudanças, algumas têm o objetivo de reduzir a carga burocrática de atividades delegadas aos grupos produtivos. É com essa intenção que a nova metodologia traz as figuras do Gestor Interno, da Equipe Administrativa e também do Banco de Especialistas.

Acesse a matéria completa no site do Programa ReDes.