Confira algumas mudanças trazidas pela nova metodologia

A nova metodologia do Programa ReDes trouxe mudanças que permitem realizar o acompanhamento dos negócios de forma customizada, adequando os processos a diferentes realidades. Além disso, buscou reduzir a carga burocrática dos grupos produtivos, permitindo que eles foquem no desenvolvimento negócio.

Conheça a seguir algumas das principais novidades da nova metodologia:

Gestor Interno: Profissional com experiência na cadeia produtiva do negócio, contratado pelo grupo e selecionado em conjunto com o Instituto Votorantim, levando em conta a maturidade do projeto/negócio. Fica presencialmente no negócio por alguns períodos na semana e tem a responsabilidade de capacitar o grupo produtivo, acompanhar a implementação do negócio e fazer a interface com a equipe administrativa.

– Banco de Especialistas: É um profissional selecionado conforme as demandas de cada projeto/negócio para auxiliar em pontos específicos, como produção, comercialização ou na melhoria da governança, por exemplo. Seu trabalho é pontual e acontece onde for acionado devido a demandas técnicas mais complexas, atuando por período determinado.

– Equipe Administrativa: Para deixar o grupo produtivo focado em seus desafios de gestão do negócio, esta equipe terceirizada cuida de todas as exigências burocráticas do programa, como GPSV, cotações e aprovações. O gestor interno envia as documentações solicitadas para a equipe administrativa, que se encarrega de dar encaminhamento às demandas.

– Régua de Maturidade: Ferramenta essencial que avalia questões de interação, edificação e organização dos grupos. É utilizada durante o processo de entrada, desenvolvimento e finalização de um projeto. Unida à análise de viabilidade econômica e social é utilizada para avaliação dos projetos na seleção e, posteriormente, na aceleração para diagnósticos mais assertivos em menos tempo.

– Checklist de Sustentabilidade: É uma ferramenta que permite aos negócios inclusivos identificar pontos de melhoria para que eles sejam mais perenes e mais sustentáveis no futuro. Ela ajuda a mensurar o desenvolvimento dos projetos em cinco critérios: governança, processo produtivo, comercialização, gestão do negócio e regularização do negócio.  Para cada um desses temas, há um bloco de perguntas para medir a evolução. A partir das respostas, fica claro em que nível se encontram os empreendimentos em cada um dos critérios e é possível corrigir rumos com rapidez para que o grupo produtivo atinja os objetivos propostos

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