Projeto cria dicionário ilustrativo para resgatar cultura e idioma indígenas

Quando dizem que os jovens são o futuro da nação, é porque eles são os agentes com maior potencial transformador. O Instituto Votorantim acredita nessa premissa e, por isso, investe cada vez mais para aprimorar a educação de base e, assim, levar mais qualidade de vida às pessoas, especialmente as que vivem em regiões mais vulneráveis.

E uma importante ação que pode servir de exemplo é o projeto de estudantes do 6° ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Antônio Henrique Filho, em Brasilândia (MS), selecionado pelo Desafio Criativos da Escola 2018. Inconformados com o preconceito que o povo indígena sofre e preocupados com o possível desaparecimento de línguas nativas – como Ofaié e Guarani –, os alunos se juntaram e criaram o Dicionário Indígena Ilustrativo.

A iniciativa não só ajudou a diminuir a invisibilidade dos indígenas e melhorar a relação entre a escola e os estudantes, mas também atuou como uma poderosa ferramenta de conhecimento e resistência. E como boas atitudes geram boas atitudes, o projeto recebeu incentivo de todos os lados, a começar pelos professores, que fizeram a provocação inicial para que os estudantes desenvolvessem a ideia, além dos comerciantes locais, que contribuíram financeiramente para que o dicionário pudesse ser impresso em grande quantidade e, assim, ser distribuído nas aldeias e colégios da região.

O trabalho dedicado a ajudar e potencializar pequenas e grandes ações como essa é realizado por meio do programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE), que está presente em mais 100 municípios brasileiros, somando esforços com prefeituras e secretarias municipais de Educação e organizações que compartilham a mesma missão: contribuir para a melhoria da educação pública no país, como é o caso do Instituto Alana, idealizador do desafio Criativos da Escola, que seleciona projetos de estudantes que visam trazer benefícios à comunidade.

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